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8 sinais de que você pode estar perto de um esgotamento

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Diante de um mercado cada vez mais exigente, é fácil identificar estresse entre os profissionais, independentemente da área de atuação ou cargo exercido. E é preciso lembrar também de outros fatores que contribuem com essa condição, como o trânsito e problemas com as finanças pessoais.

Tudo isso pode provocar a síndrome de burnout ou síndrome do esgotamento profissional, um estado de estresse e tensão emocional crônicos, causados por condições físicas, emocionais e psicológicas completamente exaustivas.

Veja, no post de hoje, oito sinais de que você pode estar perto de um esgotamento.

Os sinais de que você pode estar perto de um esgotamento

Normalmente, a síndrome de burnout surge quando há conflitos, sobrecarga de responsabilidades, pressão por resultados, situações de risco e relações interpessoais complexas. E são dois os fatores colaboram muito para o esgotamento:
1. Desequilíbrio entre a vida profissional e pessoal;
2. Ambiente de trabalho desfavorável, com uma gestão restritiva, falta de colaboração e metas superdimensionadas.

Para evitar ou cuidar da síndrome de burnout, é importante conhecer os sintomas e se atentar para alguns comportamentos. Conheça os principais sinais do esgotamento:

Agressividade e descontrole

Um dos sinais clássicos da síndrome de burnout é a agressividade e o descontrole emocional. Explosões e constante impaciência passam a afetar negativamente o ambiente de trabalho, causando conflitos. O esgotamento profissional impede um julgamento claro sobre a seriedade das situações.

Cansaço crônico

O cansaço extremo também é sintoma do desgaste mental. Trata-se de uma sensação de exaustão permanente, que não é aliviada com os fins de semana, por exemplo.

Apatia

O esgotamento impacta diretamente na motivação pelo trabalho. Tudo passa a ser obrigação, gerando descontentamento, frustração, além da falta de interesse e de comprometimento com as próprias responsabilidades.

Baixa produtividade

Outro sinal importante é a queda na produtividade. O profissional deixa de atingir suas metas, devido a uma performance inferior. Com o tempo, esse sintoma provoca um sentimento de incapacidade, o que afeta também a autoestima e a autoconfiança.

Isolamento

O esgotamento favorece o isolamento, de modo que o profissional prefira estar sempre sozinho, fugindo de trabalhos em equipe, reuniões e eventos, inclusive sociais.

Má alimentação e problemas de saúde

A síndrome de burnout também provoca impactos na alimentação e na saúde física dos profissionais, que passam a adotar dietas menos saudáveis e sem uma rotina de horários. O sistema imunológico sofre alterações, permitindo que algumas doenças se tornem frequentes, como gripes, resfriados, enxaquecas e dores no estômago.

Ansiedade e dificuldade de concentração

O esgotamento provoca ansiedade e dificuldade de concentração. Esse comportamento está ligado à falta de paciência e ao desiquilíbrio emocional. A perda do foco também atrapalha muito o desempenho do profissional.

Depressão

O quadro mais grave do esgotamento é a depressão, quando o profissional chega ao seu limite e, muitas vezes, fica impedido de retomar por si só o controle de suas rotinas. Esse caso exige um tratamento bastante especializado.

Como evitar e tratar o esgotamento

O diagnóstico do esgotamento deve estar baseado em exames psicológicos detalhados e, também, em uma análise profunda sobre os impactos causados pelas atuais condições de trabalho, no comportamento e na saúde do profissional.

Nesse sentido, é fundamental que um especialista seja capaz de verificar todos os aspectos, como a afinidade com a profissão e atividades exercidas no dia a dia, a interferência do ambiente de trabalho e os próprios sintomas apresentados.

Para evitar ou tratar o esgotamento, é preciso ter disciplina e adotar algumas práticas simples, como incluir na agenda:
• Atividades físicas regulares;
• Práticas de relaxamento;
• Hábitos alimentares mais saudáveis;
• Momentos de lazer com a família e amigos;
• Realizar novos cursos;
• Investir em networking;
• Ter hobbies como leitura, música e cinema.

A estabilidade depende do alinhamento entre todos esses fatores e com o exercício constante, é possível fugir definitivamente do esgotamento, conquistar mais qualidade de vida, motivação, novas perspectivas e ainda, uma carreira bem-sucedida.

Você está perto do esgotamento? Quais são as suas dicas para lidar melhor com o estresse do cotidiano? Conte para a gente nos comentários!

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4 comentários
  • Hugo maio 30,2017 at 13:24

    Têm que se manter positivos,tive perto de um esgotamento devido ao stress dos exames da escola(tive 4 em uma semana) e depois consultei demais o dr google(me assustei ao pensar que as minhas dores de cabeça eram avcs ou tumores),sabem o que fiz?Pensei,chega,vou voltar a ser eu mesmo pois só assim me sinto bem.Muitos pensam que é impossível voltar a ser vocês mesmos mas não é!AJAM DE FORMA POSITIVA SEMPRE,façam como eu,pratiquem exercicio,socializem e divirtam-se com a família e amigos,afastem-se dos problemas,no meu caso foi o Dr Google,para deixar de ter ataques de pânico e estar prestes a ter um esgotamento devido a esse stresse todo deixei de ir ao google,aprendi a me controlar sobre esses assuntos negativos,se eu consegui,vocês conseguem!Desejo-vos a todos boa sorte a superar essa fase menos boa,porque é uma fase,se vocês quiserem podem passa-la e seguir para uma fase melhor!
    Deixo uma dica:Se a mente consegue ficar em baixo,consegue voltar a ficar boa também,tudo o que cai,levanta,é só preciso nós querermos 😉

  • Lilia da costa Lopes dez 27,2015 at 22:15

    desculpe apertei duas vezes..

  • Lilia da costa Lopes dez 27,2015 at 22:14

    tenho todos esses sintomas apesar de não trabalhar fora, só em casa , mas faço tudo por obrigaçao nada me da prazer, ultimamente nem quero sair de casa, tenho depressão tomo aropax e rivotril, mas não melhoro, mas tenho muitas dores no corpo todo, não tenho e estounmvontade de comer, alias estou cheia de ter que fazer comida, estou com marido aposentado em casa e uma filha desempregada, que não ajuda nada em casa, enfim entre todos os sintomas, sou uma pessoas totalmente apática e me isolando cada vez mais das pessoas, só me sinto bem com minha cachorrinha, pena que esta velhinha e não tera muito mais tempo comigo. Bem obrigada por ter tido a chance de me desabafar.

  • Solange Cristina dez 26,2015 at 19:07

    A parte que mais pesa no profissional….
    2. Ambiente de trabalho desfavorável, com uma gestão restritiva, falta de colaboração e metas superdimensionadas.

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